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HISTÓRICO



A PRÓPRIA HISTÓRIA DE JACAREÍ PASSA POR AQUI!

A povoação de Jacareí, fundada em 1652, por Antônio Afonso e seus filhos (Antônio, Bartolomeu, Estevão e Francisco), nasceu sob a proteção de Nossa Senhora da Conceição, cuja imagem foi trazida para cá, pelos próprios fundadores.
Desde a sua fundação, Jacareí recebeu várias denominações e, ao longo do tempo a denominação popular originária do tupi-guarani, que originou o nome Jacarehy (rio de Jacarés) em 03 de Abril de 1849, pela lei Provincial nº 17 que elevou a Vila à categoria de cidade.
É possível contar parte da história de Jacareí e do Vale do Paraíba começando pela Capela São Sebastião e pela própria Paróquia Imaculada Conceição.
É a Paróquia mais antiga de Jacareí e da Diocese de São José dos Campos. Muitos dados da história religiosa de Jacareí chegaram até nós pela tradição oral, pois quase nada escrito existe.
Jacareí tem sua história religiosa e através de documentos registra que a Igreja do Avareí foi construída no ano de 1728, esta data está gravada no Cruzeiro de madeira de seu pátio e segundo consta é a igreja mais antiga da cidade, dizem que neste local a cidade realmente começou a crescer, porém pelo fato de seu redor ser muito alagado (alagadiço), fez com que um novo núcleo desenvolve-se no Largo da Matriz.
Enquanto a Capela São Sebastião tem uma data documentada e, por muitos é considerada a mais antiga da região, a Matriz não tem nenhum registro histórico, mas pelas versões e características da construção, ela pode ser considerada da mesma época ou até mesmo, mais antiga do que a Capela São Sebastião.

NOSSA IGREJA, TEMPLO DE MARIA
Muito da história religiosa de Jacareí é passado de geração em geração, mas quase nada possui registro. Conta-se que a primeira igreja do Brasil dedicada a Nossa Senhora da Conceição foi construída em Jacareí por volta de 1654. Mais tarde, uma segunda igreja foi alicerçada: a atual igreja matriz.
Padre Martins Bonilha, vigário de Jacareí em tempos do século XVIII (1747), descreveu a igreja de sua época e, dessa descrição, deduzimos que existe dúvida quanto à localização das igrejas: teria a segunda sido construída no mesmo local da primeira?
Padre Ramon de Oliveira Ortiz dizia sempre que a segunda igreja foi construída ao lado da primitiva; outros dizem que ao redor desta.
No atual templo, em estilo barroco luso-brasileiro, com paredes de taipa e frontispício de pedra, havia cinco altares de madeira, com relevo folhado a ouro, dos quais permanecem quatro.
Ela foi erguida com mão-de-obra escrava. As paredes e teto artisticamente pintados, os vitrais com motivos Eucarísticos e o altar com muitos anjos. Seu estilo atual é representante do fastígio da época do café, na primeira metade do séc XIX.
Tito Lívio Ferreira cita um documento de 1728, onde se lê que D.João V amparava com dinheiro as autoridades da capitania de São Paulo sempre em déficit. Um dos fins desta ajuda se destinava à reconstrução da igreja matriz de Jacareí. Seu estilo atual denuncia uma reconstrução tardia no segundo quarto no séc XVIII, ou mesmo o de outra feita no início da segunda metade do séc XIX, descrita por Augusto Emílio Zaluar em 1860/61.
O altar-mór foi substituído pelo atual, de mármore doado, como se lê em duas placas colocadas nas laterais do altar, por “Oferta de Dona Maria Custódia Porto Leitão” e “Sagrado D. Mamede Leite” aos 07/12/1924. quebrando-se, assim, o conjunto arquitetônico do templo.
Consta que o altar da Santíssima Trindade foi erigido pela colônia portuguesa de Jacareí, em homenagem ao rei D. Pedro V, logo após sua morte. Esse fato é confirmado pelas iniciais desse rei, colocadas discretamente no cimo do altar.
Sobre o arco que separa o presbitério da nave central, encontra-se, bem visível, o Brasão do Império, com a coroa imperial e os ramos de café e de fumo, duas riquezas daquela época e por trás dele as bandeiras do Vaticano e do Brasil.. É uma cópia fiel do primitivo, que teve de ser substituído, dado o estado precário em que se encontrava.
Esse brasão confirma que a atual igreja matriz foi construída em pleno período colonial e, como muitos afirmam, em 1860.
De rara beleza é a Capela do Santíssimo Sacramento de nossa igreja matriz.
As paredes e teto artisticamente pintados, os vitrais com motivos eucarísticos, o altar e um belíssimo do Coração de Jesus, com muitos anjos, alguns em atitude de adoração, formam carinhosamente o local onde se encontra Jesus Sacramentado, em um belíssimo sacrário. Um lugar de respeito e oração.
É esta capela o local mais importante do templo, onde Jesus vivo, na hóstia consagrada, permanece à espera de nossa visita.
A expressão “Laudate”, inscrita no teto, é um convite ao louvor, à adoração que devemos ao Senhor Jesus.
Na igreja há muitas obras bonitas e valiosas. Existem três telas pintadas e muito antigas. São elas: a tela representando a Santíssima Trindade, que se encontra ao lado esquerdo de quem entra; o quadro da Santa Ceia, muito grande e restaurado recentemente e a tela do Batismo, logo à entrada da Igreja.
A igreja possui duas torres para sinos. Havia um sino grande em uma das torres e sinos pequenos na outra. Há algum tempo, o casal Arlindo e Jovita Scavone doou para a Matriz um carrilhão com vários sinos que, infelizmente, teve muito pouco tempo de uso.
A igreja Matriz exige trabalhos quase contínuos de conservação e é considerado um patrimônio da Paróquia e da cidade. Muitos especialistas consideram-na um patrimônio do país.

HISTÓRIA DE UMA IGREJA
Não há certeza quanto à data da criação desta paróquia, porém como, em 1747, o Padre João Martins Bonilha era citado como vigário de Jacareí, concluímos que a paróquia já existia nesta época. Estima-se, portanto que desde quando Jacareí tinha apenas 48 anos, a paróquia se inseriu em sua história, ou seja, sua data de construção deve ser considerada entre os ano de 1700 e 1730, pertencendo a Diocese de São Paulo. Foi nela que o povo católico de Jacareí e de parte da região iniciou sua vida cristã pelo BATISMO e pelos outros SACRAMENTOS.
Atualmente a Igreja Matriz é considerada um marco turístico da cidade, pelo seu valor religioso e pelo estilo de sua belíssima construção. Foi a primeira matriz de Jacareí, pois a segunda Paróquia da cidade só foi criada em 1949, a Paróquia da Santíssima Trindade, de quem tem como matriz a Igreja Nossa Senhora do Bonsucesso.
Por muitos e muitos anos o nome primitivo era Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, conservou essa denominação do Dogma da Imaculada Conceição pelo Papa Pio IX em 1854. O patronato da Imaculada Conceição não se restringe à nossa paróquia. A Imaculada Conceição é também a Padroeira de Jacareí, e sob sua proteção caminham esta comunidade paroquial e todo o nosso município.
Conta a tradição que o Rio Paraíba do Sul passava atrás da Igreja Matriz, num lugar chamado ‘Esmaga Sapo’, onde atualmente está a praça dos Três Poderes. Consta que havia uma grande erosão neste local e o povo acreditava que um grande animal estava ‘comendo’ o lugar. Foi também neste local que o padre, em procissão, colocou no Rio Paraíba uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, que poderia ser a imagem encontrada em Aparecida em 1717.
O leito do Rio Paraíba foi mudado mais para frente pelo trabalho de escravos comandados pelo coronel Leitão e por Joaquim Ribeiro Mendonça. Em frente à Matriz, afirma-se, havia um sobradinho simples, com duas portas e duas janelas; neste local quem passava a noite em Jacareí era D. Pedro I, quando estava de passagem para o Rio de Janeiro, porém, não se sabe se assistia missas na Matriz.
A Igreja Matriz tem muitas histórias, mas a sua principal meta é a busca de uma evangelização cada vez mais eficaz e profunda às pessoas católicas e a todas as comunidades ligadas a ela.

A PARÓQUIA E A DIOCESE
Em 07/06/1908 com a criação da Diocese de Taubaté, a Paróquia passou a pertencer essa Diocese, tendo como bispos:
Dom Epaminondas Nunes D’Avila e Silva
Dom André Arcoverde de Albuquerque Cavalcante
Dom Francisco Borja do Amaral
Dom Gabriel Bueno do Couto (bispo auxiliar)
Dom José Antônio do Couto
Dom Antônio Afonso de Miranda
Com a criação da Diocese de São José dos Campos, em 01/05/1981 esta paróquia passou a pertencer à nova Diocese, a partir de 11 de maio do mesmo ano, tendo como bispos:
Dom Eusébio Oscar Scheid (SCJ) até 1991
Dom Nelson Westrupp (SCJ) até 01/10/2003
Dom Moacir Silva, a partir de 11/12/2004. Foi padre ordenado nesta diocese e foi administrador Diocesano de 01/12/2003 até 11/12/2004.

PÁROCOS E VIGÁRIOS PAROQUIAIS
Quanto aos padres que passaram pela Igreja Imaculada Conceição, deixaram as marcas de seu trabalho pastoral, podemos lembrar alguns deles:
Padre João Martins Bonilha – século XVIII
Padre Fabiano Martine de Siqueira – século XIX
Padre José Bóvi – século XX
Padre Alfredo Pereira da Costa
Padre Angelo Ariadantes Gazza
Padre Antônio Telesforo de Moura Proença
Padre Angelo Pascoal Benito
Monsenhor José Alves de Moura (o Padre Juca)
Padre José Benedito Monteiro
Padre Ramon de Oliveira Ortiz
Padre José Veloso
Padre Ernesto Cunha
Monsenhor Sebastião Faria (o Padre Sebastião) – 01/05/57 à 20/07/84
Padre Jonas Traversin – 1º padre ordenado nesta Diocese
Padre José Vieira Pinto
O atual pároco é o Padre Pedro José Graciano Junior e conta com quatro diáconos: Mauri Guardiã de Souza, Benedito Petronilho, Harry Eloi Gaillardetz e Sebastião Marques de Andrade Filho.
Tiveram os párocos seus auxiliares – coadjutores e Vigários Paroquiais – dos quais lembramos:
Padre Geraldo Miranda
Padre João Maria Raimundo da Silva
Padre Aleixo Monteiro Mafra
Padre Leonardo de Campos
Cônego Benedito Rodrigues da Cunha (o Padre Cunha)
Cônego José Bento de Andrade (fundador do Colégio São Miguel)
Padre Carlos Gomes
Padre Luís Gonzaga Alves Cavalheiro
Padre Antônio Borges
Padre Pedro de Toledo
Padre José Leite
Padre João Osmar de Sousa
Padre Dimas Eugênio Barbosa
Padre Rodolfo José Barbosa
Padre João Alves da Silva Sobrinho
Padre Wendel Ribeiro

CAMINHADA PAROQUIAL
A Paróquia Imaculada Conceição viveu duas fases distintas: pré e pós Conciliar.
O Concílio Vaticano II, aberto em 1962 pelo Papa João XXIII e encerrado em 1966, pelo Papa Paulo VI, assinalava o início de uma nova fase na vida da Igreja e, consequentemente, na vida de nossa paróquia.
Os trabalhos religiosos estavam limitados à caminhada das Associações Religiosas (masculinas, femininas e infantis), à Catequese, à assistência espiritual e material dada aos enfermos e aos pobres, com a atuação primeiramente das Damas de Caridade e dos Vicentinos e, posteriormente, do Dispensário Nossa Senhora das Graças.
Surgida na década de 30, segundo a vontade de Pio XII, a Ação católica também existiu nesta paróquia. Era um movimento de formação e de atuação dos leigos, nos meios em que viviam: escolas, fábricas, etc. Eram a JEC, a JIC e a JOC. O movimento cresceu em toda a diocese, começou a dar frutos, mas foi “sufocada” na década de 40.
Posteriormente vieram o Movimento pro Mundo Melhor, o Curso de Valorização Humana, os Retiros do Amor Divino e os Cursilhos da Cristandade.
Após o Concílio, procurando seguir as diretrizes conciliares, nossa paróquia vem se abrindo, aos poucos, para uma nova Evangelização, que atenda às necessidades do homem do tempo atual.
Agora, Autoridade significa Serviço e a Igreja é o Povo de Deus, o caminho.
Nesta grande abertura, há acolhida para tosos (não pode haver discriminação alguma) e o leigo é um vocacionado na Igreja, um elemento indispensável na concretização dos trabalhos pastorais, obedecendo ao Mandato do Senhor: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações” (MT 28,19).
Os trabalhos pastorais procuram atender às necessidades da comunidade paroquial, através das Pastorais.
As missões também são olhadas com carinho pela paróquia, não somente no sentido espiritual como no sentido material. Na Semana das Missões realiza-se uma exposição de trabalhos manuais confeccionados por um grupo numeroso de senhoras, que vendidos, revertem-se em ajuda financeira para o trabalho missionário, dentro e fora do nosso país.

CAPELAS E COMUNIDADES
A primeira Casa Paroquial de que se tem registro, situava-se em um sobrado à Rua José Bonifácio, depois por muitos anos localizou-se em um prédio da Rua Antonio Afonso, onde funciona o Colégio Maria Imaculada. Depois passou à Praça Anchieta, 92, foi construída pelo Monsenhor Sebastião e ampliada pelo Padre Vieira.
Sob a proteção da Imaculada Conceição, a comunidade caminha para um novo despertar na alegria da fé e ao encontro pessoal com Cristo, e atendendo as necessidades de toda a população. Nesta grande abertura há acolhida para todos assim, hoje estão agregadas 5 comunidades junto a Igreja Matriz, são elas:
-Comunidade do Avareí – São Sebastião
-Comunidade Jardim Leonídia – Nossa Senhora das Dores
-Comunidade Jardim Liberdade – Nossa Senhora Aparecida
-Comunidade do Jardim Paraíba e Jardim São José – Sagrada Família
-Comunidade Mãe
As comunidades recebem assistência espiritual do pároco, com a missão de contribuir para que elas vivam o diálogo e a solidariedade entre as pessoas.
A Comunidade do Avareí realiza as missas aos domingos onde é celebrada a Eucaristia desta comunidade.
A Comunidade Nossa Senhora Aparecida realiza suas missas em sua capela por intenções de doentes, também acontecem todas as primeiras sextas-feiras do mês, as missas oferecidas ao Sagrado Coração de Jesus.
A Comunidade Sagrada Família teve seu começo há aproximadamente 20 anos pelo Senhor Quito, que iluminado pelo Espírito Santo iniciou um grupo de oração, surgindo os grupos de terço e campanhas de natal, partindo daí novos grupos no qual se deu o nome de Comunidade Sagrada Família. Há uma missa por mês, na Casa Pastoral Sagrada Família, ponto de encontro, de evangelização e promoção humana da comunidade.
Todo mês a Comunidade Sagrada Família, arrecada alimentos e distribuem cestas básicas aos desempregados e os mais necessitados.
Comunidade Mãe é a Igreja Matriz e seu entorno. São as ruas do centro que não entram nos limites dos bairros. Os limites da paróquia foram divididos entre os bairros próximos a igreja, e a Comunidade Mãe englobam as ruas centrais da cidade.
A Igreja Imaculada Conceição conta também com a ajuda das pastorais e assistência nos campos Educacionais e de promoção humana.
A Igreja Imaculada Conceição fez sua história em Jacareí, e vale a pena recordar e agradecer a Deus a sua presença de amor entre os paroquianos e, pelos milhares de fiéis que já passaram por aqui.

A PRESENÇA RELIGIOSA NA PARÓQUIA
Em 1962, por empenho de Monsenhor Sebastião aqui chegaram as Irmãs Mensageiras do Amor Divino, que muito se dedicaram à catequese, à formação de jovens e ao Cantinho da Providência.
Deixando Jacareí por alguns anos, retornaram em 1981 e aqui estão, dedicando-se aos trabalhos pastorais, principalmente nas comunidades mais distantes da Igreja Matriz.
Em 2005, por esforço de Padre Pedro Graciano Junior instalaram uma fraternidade em Jacareí as Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo, que se dedicam à educação, tanto no colégio Maria Imaculada, como na creche Cantinho da Providência.
As Irmãs Franciscanas também atuam em pastorais e no discernimento vocacional de jovens meninos e meninas.

A PARÓQUIA NOS CAMPOS EDUCACIONAIS E PROMOCIONAL HUMANO
Com a criação, no século passado, (1885) do Colégio São Miguel, pelo Cônego José Bento de Andrade, nota-se a preocupação desse sacerdote pelos meninos pobres, órfãos e abandonados.
A par da instrução primária, os meninos se preparavam profissionalmente, nas oficinas de alfaiataria, carpintaria, ferraria, etc, numa verdadeira obra de promoção, não paternalista.
O Colégio São Miguel localizava-se na área da atual “Escola Agrícola”.
A assistência aos pobres era feita com o trabalho das Damas de Caridade e dos Vicentinos, desde os finais do século XIX.
Na década de 40, Monsenhor Ramon Ortiz cria o Dispensário Nossa Senhora das Graças para ajudar as famílias pobres.
Assumindo a Paróquia em 1957, Monsenhor Sebastião Faria funda a Cruzada de Assistência de Jacareí, trazendo para ela, o Dispensário Nossa Senhora das Graças.
Anos depois cria a Associação Fraterna Cristã “Cônego José Bento” para prestar assistência a gestantes e a criança. Atualmente essa associação cuida da Creche – “Monsenhor Sebastião – o Cantinho da Providência”.
Todas as obras sociais existentes, fogem do sentido paternalista e assistencial, tendo como objetivo, a promoção do ser humano.
No campo educacional, ao está o Colégio Maria Imaculada, também criada por Monsenhor Sebastião em 1972. Não tem apenas o objetivo de instruir a infância e a adolescência, mas, e principalmente como escola cristã e católica, ser um ambiente evangelizados.

O BRASÃO DE MARIA
O brasão da Paróquia Imaculada Conceição é formado por um monograma mariano formado pelas inicias A e M, Ave Maria, ressaltando assim, a presença materna de Maria, na caminhada eclesial desta Paróquia dedicada ao dogma da Imaculada Conceição.
Identifica-se em Maria “o tipo da Igreja na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo. No mistério da Igreja – pois também a Igreja é com razão chamada mãe e virgem – a Bem-aventurada Virgem Maria ocupa um lugar eminente e singular como modelo de virgem e de mãe” (Constituição Dogmática Lúmen Gentium, 63).
O monograma traz em seus traços a lembrança neo-clássica, fazendo referências à Igreja Matriz e sua história artística.
Ao entorno do brasão há 12 estrelas douradas que simbolizam a passagem bíblica descrita em apocalipse: “viu-se um grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo de seus pés e uma coroa de doze estrelas na sua cabeça.” (Apo. 12, 1)
A coroa e o dourado são símbolos de realeza. A Igreja é chamada de “sacerdócio real.” (I Pe 2, 9)
Doze é um número simbólico, mas muito usado na bíblia. Número do reino de Deus, que no antigo testamento é usado para falar das tribos de Israel, e dos profetas menores. No novo testamento surge como o número de apóstolos, fundamentos na Nova Jerusalém, portas de entrada para a cidade celeste, tronos da Igreja triunfante e legiões de anjos que Jesus tem à Sua disposição.
Completando o contorno, identifica-se o nome da Paróquia.
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EPÍLOGO
O que nos levou a escrever, foi o desejo de, trazendo aos amigos, paroquianos e jacareienses, algumas reminiscências da vida desta comunidade paroquial, venhamos despertá-los mais ao amor – participativo nesta mesma vida paroquial.
Procuramos recordar e registrar fatos, pessoas e realizações dos trezentos e quarenta anos desta comunidade que nasceu, cresceu e vive sob a proteção da Imaculada Conceição.
Mais da metade da história de nossa igreja está sem registro, passando a ser registrado a partir desse momento, na vida de cada um de nós e na História para todo sempre.

Fontes:
Maria José de Araújo Capelli
Boletim Informativo da Paróquia Imaculada Conceição
Livro: Nossa Senhora da Conceição de Jacarehy. Ed: Indústrias de Papel Simão S.A. Ano: 1990. Páginas 61 e 63.
Benedicto Sérgio Lencioni
Histórico Pascom
Élcio Roberto Gonçalves
Diocese de São José dos Campos